terça-feira, 31 de julho de 2018

Das forças deste amor já nada trago
Senão a mesma face em harmonia,
E o quanto na verdade poderia
Tramando a cada instante novo afago,

Depois de certo tempo ora divago
E gesto com meu passo em alegria
O mundo que em verdade fantasia
Cenário aonde o todo em paz eu vago.

Ao quanto se pudera acreditar
E neste mais suave desenhar
O tempo se apresenta com firmeza,

A luta não traduz o que se quer
E quando o meu caminho foi qualquer
Dos sonhos sou somente a mera presa.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

E quase, nos teus braços, pude ter
Além de mero canto outro cenário,
A vida neste passo imaginário
Traduz o quanto resta em tal prazer,

E quando me percebo a reverter
Somente o quanto vejo em tal fadário,
Resumo no que tento solidário
E bebo do futuro a se trazer,

Não tento novamente alguma sorte
E sei do quanto possa e me conforte,
Marcando com audácia e em cada passo,

Assim o meu momento mais feliz,
Apenas o que outrora tanto quis,
Deixando este caminho em tom escasso.

domingo, 29 de julho de 2018

Caminha cegamente dia a dia
Quem tenta acreditar noutro futuro
E quando na verdade eu asseguro
O tanto quanto quero e poderia,

Vestindo a solidão em agonia,
O tempo se nublando e sei que escuro
Jamais se deixa ver além do muro
Tampouco em nova luz se moldaria,

O caos se desenhasse e mesmo assim,
Traçando este cenário diz no fim
Do tanto quanto quis e não sentisse,

A luta não se esgota e traz no ocaso
O quanto na verdade não aprazo
Deixando para trás esta mesmice.

sábado, 28 de julho de 2018

Eu creio em cada ser e tento além
Vagar entre as estrelas, astros, rotas
E quando na verdade tu denotas
O mundo noutro passo sempre vem,

A luta se propaga sem desdém
E nisto acumulando mais derrotas
Assisto ao que pudera e já nem notas
Remotas esperanças nos detêm.

Podendo acreditar noutro momento,
E nisto em todo passo eu alimento
E gero o meu caminho em rara paz,

Ainda que tentasse imaginar
Vencendo o quanto pude desenhar
E sei do quanto amor se faz capaz.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Com todo amor sincero que pudera
Gerando outro cenário em plena paz,
Vagando quando o sonho em luz se faz
Tocando sem temor esta pantera,

Na luta que deveras regenera
O canto se mostrara mais audaz
E sei do meu acento contumaz
Após o renascer da primavera.

Vestindo o que tivesse em cada apoio
Trazendo muito além de trigo e joio
A equânime verdade que liberta,

Não tendo outro caminho, busco enfim
O quanto de melhor existe em mim,
A porta que se quer deixando aberta.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

No amor e na amizade busco um rumo
E sei do quanto possa acreditar,
Vencida cada etapa a se mostrar
O mundo noutro extremo ora resumo,

Da sorte se aproxima em raro sumo,
Vagando sem temer o que tocar,
A vida desenhando este luar
E nele amor se torna imenso insumo,

Enfrenta mesmo as pedras, meu saveiro
E trago sempre o canto verdadeiro
De quem em equilíbrio dita o sonho

Meu canto sem temor e sem vacilo,
Enquanto na verdade em paz perfilo,
E nisto cada passo hoje componho.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Um sonho mais bonito inda pudera
Acreditando o que seria muito além
Do todo que deveras sempre vem
E marca o quanto traz em primavera,

Não vejo outro caminho e quando espera
A senda mais diversa não retém
O passo contra o quanto em vão desdém
A luta se desenha em cada esfera.

Resumos do que fora noutro tempo
Vencendo a cada passo o contratempo
Deixando o meu olhar bem mais tranquilo,

Assim ao desenhar neste horizonte
Cenário aonde o tanto já se aponte
E nele com ternura amor instilo.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Apenas habitantes do passado
Aonde o que pudera não mais veio,
Ainda se traduz neste receio
Ousando o caminhar, mesmo de lado,

Ainda quando o sonho eu tento e brado
Singrando cada passo sem anseio
E mesmo quando trago sempre alheio
Espero ser além do já traçado.

Não quero mesmo apenas o que insiste
Deixando para trás o olhar mais triste
Tentando algum sorriso após o tanto.

Desenho no momento mais feliz
O quanto na verdade sempre quis
E nisto outro cenário enfim garanto.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Dessa obra prima imensa, a mãe Natura
Expressa muito mais que mero fato,
E quando no final quero e constato
A vida se desenha em si brandura,

Mas quando a própria sorte se depura
E gera o que pudera e não retrato
Destarte meu caminho mais ingrato,
Marcando o quanto pôde em amargura,

Não tento outro cenário nem pudesse
Ousando muito além desta benesse
Gerando o meu destino em tal centelha,

Depois de cada passo se presume
O canto que trouxera em teu perfume
E a vida com a sorte se emparelha.

domingo, 22 de julho de 2018

Nos homens, sentimentos variados
Expressam descaminhos costumeiros
E sei do que pudessem ser inteiros
Os dias entre enganos, vis enfados,

E o tempo não traria além dos brados
Gestando dentro da alma os derradeiros
Caminhos mesmo sendo corriqueiros
E neles outros tantos desenhados.

O canto se apresenta sem sentido
E nisto cada passo agora olvido
Lapido com meu canto esta razão

Da qual já não pudera ter no fim,
Marcando o quanto vive dentro em mim,
Traçando a cada passo a solução.
Nos homens, sentimentos variados
Expressam descaminhos costumeiros
E sei do que pudessem ser inteiros
Os dias entre enganos, vis enfados,

E o tempo não traria além dos brados
Gestando dentro da alma os derradeiros
Caminhos mesmo sendo corriqueiros
E neles outros tantos desenhados.

O canto se apresenta sem sentido
E nisto cada passo agora olvido
Lapido com meu canto esta razão

Da qual já não pudera ter no fim,
Marcando o quanto vive dentro em mim,
Traçando a cada passo a solução.

sábado, 21 de julho de 2018

Não tenho mais sequer qualquer tormento
Que impeça outro caminho e rara luz,
E quando na verdade assim me pus
O passo se trazendo onde alimento,
Meu canto sem sentido em pleno vento
E o tanto quanto possa reproduz
Cenário que deveras me seduz,
Marcando com temor cada lamento.
Não tento desvendar outra vontade
E o tempo com certeza já degrade
Matando uma agonia que voltara,
Depois de certo tempo busco a paz
E sei do meu passado mais mordaz
Mantendo ainda viva a antiga escara.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Negar o que pudera apresentar
E ter em privilégio após a queda,
O mundo no vazio se envereda
Buscando tão somente algum lugar.
A vida se aproxima e devagar
Ainda que se tente sempre seda
E traça outro caminho e já se enreda
Moldando o que pudesse me entregar,
Não vejo sequer luz e mesmo tento
Vencer o que se molda em forte vento
Trazendo noutro passo a velha estrada,
A nela enveredando o meu anseio,
Somente o quanto resta hoje rodeio
E deixo a antiga face abandonada.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Não possa com certeza outra versão
Trazer o meu olhar sem sentimento
E quando novo rumo em provimento
Expressa a mais diversa direção,
Os dias se moldando e sei que irão
O peso que pudera num momento
Enquanto o dia a dia eu alimento
Com toda a minha luta em emoção,
Vencendo outro tormento e sendo assim,
A luta se desenha noutro engano,
E quando na verdade enfim me dano,
Marcando com temor o que há em mim.
certeza do que possa acontecer
tateio o novo e raro alvorecer

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Pudera acreditar em tal momento
E sei do quanto vivo e não terás
Além deste cenário feito em paz
Ainda quando a paz não alimento
Cerzindo dentro da alma o que em tormento
Pudesse ser deveras mais audaz,
O caos gerando ocaso nada traz
Senão cada cenário onde me alento.
Moldando o mais diverso caminhar
Trazendo o que pudera imaginar
Angústias investindo em esperança
No prazo em expressão não moldaria
O tempo que se traz e o dia a dia
Somente no vazio o tempo avança.

terça-feira, 17 de julho de 2018

66


Havendo alguma luz aonde outrora
Não pude imaginar ledo cenário
O todo se desenha temerário
E o canto noutro engano desancora,

A sorte sem sentido algum devora
O tanto quanto possa itinerário
Diverso do que fora solidário
Marcando com temor o que se explora

Negando qualquer passo sem sentido
E quando se trazendo e sempre olvido
O preço a se pagar não deixa rastro,

E como se perdera além o lastro
Meu tempo noutro engano resumido
Enquanto num momento ainda alastro.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Alabastrino olhar de quem se vira
Depois de certo tempo a nos trazer
O mundo quando o tempo possa ver
E sei do que em verdade traz em mira
O todo que pudera e sempre gira
Marcando com terror o amanhecer
Deixando para trás o que quis ter
E neste descaminho o não se tira,
Toando em mesmo tom outro caminho
E neste desenhar sigo sozinho
Vencido pelo tempo e nada mais,
Os cantos sem sentido e sem razão,
A luta se mostrando e desde então
Os cantos entre tantos são iguais.

domingo, 15 de julho de 2018

Comboios entre passos mais dispersos
E possa acreditar em novo enredo,
Ainda que se veja o que concedo
Gerando sem sentir tais universos,

Meus dias entre tantos vão imersos
E sei o quanto possa e não procedo
A vida se desenha num segredo
E nele outros caminhos tão diversos,

Vestindo o que pudera e não teria
O medo sem sentido em utopia
Cabendo dentro da alma a solução.

Após esta sublime fantasia
Meu canto se transforma dia a dia
Trazendo no meu passo esta emoção.

sábado, 14 de julho de 2018

Aonde corasse em sonho e paz
O tanto na harmonia se presume
E sei do quanto possa sem queixume
Vencer este momento mais audaz,
E sinto a minha sorte e quanto traz
Do todo desenhado e se acostume
Porquanto na verdade além eu rume
Marcando o quanto pude ser mordaz,
Não tento outro momento mais diverso
Deixando cada instante e quando verso
Trazendo o que pudera ser assim,
Meu canto no momento não teria
Sequer o que inda molda a fantasia,
Vivendo este momento e nele eu vim.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Não pude e não viesse após o fato
Tentar a solução e nada vira
A sorte se transforma e sei que a lira
Apenas no vazio não constato,

E sei do meu caminho mais ingrato
Ainda que pudesse e já prefira
Ousando o quanto resta e não se vira
Senão cada momento eu sei e trato

Ainda que pudesse ser assim,
Meu mundo se desenha dentro em mim
E o peso do passado não moldasse

Sequer o que viera e não teria
O canto na verdade em agonia
Gestando dentro da alma algum impasse.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Ainda que pudesse ter no olhar
O mais diverso rumo e nada além
Depois do que tentasse o quanto vem
Marcando com temor o seu rumar,

Vencesse cada passo a divagar
E nisto se desenha em tal desdém
O mundo segue sempre o que inda tem
E trama com ternura a se moldar,

A luta sem saber o que virá
Desmembra o meu caminho e desde já
O passo se moldasse e sem saber

O quanto na verdade não teria
E vejo a cada passo a fantasia
Marcando o que pudesse em tal prazer.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

A turba se aproxima em tom venal,
Escórias, párias, vermes, tais insetos
E os dias entre tantos desafetos
A morte se desenha sempre igual,

Ao presumir enfim o meu final,
Os ermos destas súcias em abjetos
Momentos onde possam incompletos
Caminhos em diverso ritual.

Apenas nada trago e não veria
A luta sem saber da fantasia
E o medo se desenha em mero nada,

À sombra do que possa se tramar
O quanto quero e custo a imaginar
Trazendo o que deveras já se evada.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Matando o quanto resta dentro em mim,
Jazigo da esperança nada traz
Semeio o que pudera mais audaz
E vejo no caminho o ledo fim,

Ainda que pudesse sei que vim
Moldando este cenário, imensa paz,
Vestindo o meu delírio que mordaz
Trouxera da esperança este estopim.

Ausento dos meus dias e em verdade
O passo sem firmeza já degrade
Mesquinhos olhos dizem do abandono,

E o tempo sem sentido nem razão,
Os dias entre os vários me trarão
Apenas o que agora desabono.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

O mundo a se render inexorável
Marcasse com temor o que não veio,
Pousando noutro engodo em devaneio
O tempo se mostrara deplorável,

O quanto se anuncia em memorável
Vagar traçando o mundo onde permeio
Pousando no final busco em recreio
Terreno que pudesse ser arável,

Escândalos diversos, tramas mortas
E quando esta esperança enfim abortas
Mergulho no infinito sem saber

Do prazo que deveras determina
Moldando com temor a velha sina
Marcada por imenso desprazer.
O mundo a se render inexorável
Marcasse com temor o que não veio,
Pousando noutro engodo em devaneio
O tempo se mostrara deplorável,

O quanto se anuncia em memorável
Vagar traçando o mundo onde permeio
Pousando no final busco em recreio
Terreno que pudesse ser arável,

Escândalos diversos, tramas mortas
E quando esta esperança enfim abortas
Mergulho no infinito sem saber

Do prazo que deveras determina
Moldando com temor a velha sina
Marcada por imenso desprazer.
O mundo a se render inexorável
Marcasse com temor o que não veio,
Pousando noutro engodo em devaneio
O tempo se mostrara deplorável,

O quanto se anuncia em memorável
Vagar traçando o mundo onde permeio
Pousando no final busco em recreio
Terreno que pudesse ser arável,

Escândalos diversos, tramas mortas
E quando esta esperança enfim abortas
Mergulho no infinito sem saber

Do prazo que deveras determina
Moldando com temor a velha sina
Marcada por imenso desprazer.

domingo, 8 de julho de 2018

O quanto em coração agora resta
Tramando noutro prazo o que viria
Bebendo com ternura a fantasia
Embora a sorte seja mais funesta,

A vida adentra enfim em cada fresta
E tramo com doçura esta ambrosia
Vibrando em consonância a poesia
Não deixa no final sequer aresta,

Aporto outro cenário e busco a paz
E sei do quanto possa e satisfaz
O mero navegante do passado,

A luta sem sentido e sem razão,
Os dias com certeza moldarão
O quanto a cada instante tento e evado.

sábado, 7 de julho de 2018

Tentasse fixamente outro momento
Vencendo os desafetos e podendo
Traçar além do caos, mero remendo
E nisto com certeza me atormento,

Abrindo o coração e exposto ao vento,
O marco se desenha em vago adendo
E o nada traduzindo e o mar contendo
Olhando para trás, o sofrimento.

Já nada mais conforta quem procura
Vencer a madrugada e sei da escura
Verdade que pudesse ser além

Do verso que contenha esta esperança
E quando na verdade a sorte avança
O nada após a queda teima e vem.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O visionário olhar procura aonde
O tanto não trouxesse mais um dia
E sei do quanto pude em fantasia
E ao nada cada engodo corresponde,

A luta na verdade ora se esconde
E mata o quanto pude e não teria
Marcando com terror esta agonia
E nela outro cenário não responde,

Avisto com certeza alguma sorte
E vejo que jamais alguém conforte
Nem mesmo o quanto pude ou acredito,

Dos ermos do passado, este mistério
Tramando noutro passo o vão minério
Aonde quis pepita, este granito.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Outrora a cada olhar se percebia
A vida sem momento em paz e sei
O quanto se perdera nesta grei
Embora na verdade seja fria,

A sorte já sem rumo e poesia,
A luta pela qual eu me entreguei,
No tanto quanto quero mergulhei
E a morte com terror nada traria,

Seguindo sem saber qualquer paragem,
Enfrento o que pudera sem coragem
Vagando entre as estrelas terminais,

Os ermos caminhantes do passado,
O tempo noutro rumo desenhado
Os dias são deveras desiguais.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Entes que imaginasse após o nada
Trazendo o quanto quero e não viera,
A vida se desenha e traz nesta era
A sorte num ocaso desenhada,

O prazo se desdenha e na alvorada
A luta se transforma e não se espera
Sequer o que pudesse em garra e fera,
A morte há tanto vejo renegada.

O medo transbordando sem ter mais
Sequer o que pudesse nos banais
Momentos entre enganos e mentiras,

Do quanto se fizera noutro engodo,
Vagando sem temor adentra o lodo
E nele o quanto queres e retiras.

terça-feira, 3 de julho de 2018

51

Num salto sem defesas a pantera
Mergulha no vazio e traz no olhar
O quanto se deseja a mergulhar
Matando o que decerto não se espera

A vida pouco a pouco degenera
E toma com firmeza outro lugar
Apenas pude mesmo imaginar
O manto onde meu passo destempera,

Medonha face expondo o que se vira
Tramando o quanto resta e em tal mentira
A luta desdenhosa traz o fim,

Somente vejo a luz que se irradia
Tentando ter enfim a poesia
E nela outro vazio dentro em mim.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Tornando a aparecer após o caos
Gerado pelo fim das esperanças
A vida se desdenha enquanto lanças
Os dias num relance em vãos degraus,

Apenas se aproximam vagos, maus
Cenários onde o todo quando avanças
Tramando com terror destemperanças
Ousando noutros rumos, torpes naus,

Ausente do que fosse mais freqüente
O tanto quanto tento e já se ausente
Urdindo cada engodo e sem proveito,

Apenas mergulhando neste abismo,
Ainda sem sentido algum eu cismo
E sei que neste ocaso eu me deleito.

domingo, 1 de julho de 2018

Anélito diverso traduzira
O vento entre tempestas e terrores
E sigo na verdade aonde fores
E o caos gerasse apenas a mentira,

Ouvindo noutro tom a mansa lira
Trazendo no meu canto as belas cores
E quanto mais felizes, sem rancores
Maiores emoções, sorte eu prefira.

Cravando neste olhar sem reticência
O quanto possa ver em tal ciência
Marcando o mesmo dia em noite, e paz,

O medo se assomando ao que não vi,
Sentindo tão diverso além daqui
Enquanto o que me resta não me apraz.