02/04
Apenas apresento uma desculpa
E sei que na verdade não convence
A vida se expressando no non sense
Enquanto este vazio a sorte esculpa,
Antes da liberdade sou crisálida
E tento abrir as asas e seguir,
Porém o quanto possa sem porvir
Traduz a sorte amarga e mesmo esquálida.
Escárnios tão somente o quanto escuto
E sei desta ilusão feita em tormenta,
A luta tão somente me apascenta
Minha alma num eterno e rude luto.
Cadenciando a vida chego ao fim
Traçando o quanto possa morto em mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário