23/09
Esmeraldina sorte de quem sonha
Versando sobre o fato mais sutil
O marco que deveras dividiu
A vida numa farsa ora medonha.
O prazo delimita e quem se oponha
Apenas se aproxima e sendo vil
O canto noutro encanto repartiu
A luta que pudera mais bisonha.
Não quero acreditar no que viria
Nem mesmo mergulhar na fantasia
Que tanto fere enquanto nos remete
Ao prazo sem sentido resumindo
O tanto que pudera ser infindo,
E a mesma velha cena se repete.
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